Páginas-

Mostrando postagens com marcador Esperança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esperança. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de novembro de 2009

Somos especiais



Então ele disse: “Darei esta nota a um de vocês. Mas primeiro, deixem-me fazer isto!”. Aí ele amassou a nota. E perguntou, outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”. As mãos continuaram erguidas. “Bom” – ele disse – “e se eu fizer isto?”, e ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la.

Depois, pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: “E agora? Quem ainda quer esta nota?”, todas as mãos continuaram erguidas.

O palestrante virou para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor. Essa situação também acontece com a gente. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, humilhados, pisoteados, e ficamos nos sentindo sem valor nenhum. Mas não importa, jamais perderemos nosso valor perante o nosso Deus. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que somos! Somos especiais... Jamais se esqueçam disso”.


Deus fala com você



Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “Pare e compre um galão de leite”.

Ele balançou a cabeça e falou alto: “Deus? É o Senhor?”. Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: “Compre um galão de leite”.

O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli.

Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil... Ele poderia também usar o leite.

O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: “Vire naquela rua”. Isso é loucura... – pensou – e, passou direto pelo retorno.

Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.

Meio brincalhão, ele falou alto: “Muito bem, Deus. Eu farei”.

Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estava escura, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo: “Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua”.

O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?” Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.

Inicialmente, ele abriu a porta... “Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.

Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: “Quem está aí? O que você quer?”

A porta abriu-se, em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele desconhecido em pé na sua soleira. “O que é?” O jovem entregou-lhe o galão de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.

A mulher pegou o leite e foi para a Cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: “Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”.

Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?”

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.

Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus responde os pedidos.

Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?



A piscina e a cruz


Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador.Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.

Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube.

"Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnifica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem."

O professor de natação continuou: "Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue".

"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso ... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"

"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus - que por me amar permitiu que eu continuasse vivo - que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele".

"Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na água".

domingo, 6 de setembro de 2009

O peso da oração



Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar.
O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família ela implorou:

- Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver...

Ele lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.
Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família por sua conta.
Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:

- Você tem uma lista de mantimentos?

- Sim. Respondeu ela.

- Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos!

A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança.

Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:

- Eu não posso acreditar!

O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido...
Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:

“Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos..."

O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém.

O freguês pagou a conta e disse:

- Valeu cada centavo...

Só mais tarde o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado. Entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma oração...



Para seres feliz na tua vida




Nenhuma manhã, sem orar

Nenhum trabalho, sem boa intenção

Nenuma alegria, sem render graças a Deus

Nenhuma falta, sem arrependimento

Nenhum sofredor, sem consolação

Nenhum verdadeiro pobre, sem auxílio

Nenhuma dor, sem paciência e resignação

Nenhum lugar, sem te lembrares que Deus te vê

Nenhuma injúria, sem perdoares de coração

Nenhuma refeição, sem oração

Nenhuma falta do próximo, sem desculpar

Nenhum divertimento bom, sem limite

Nenhuma noite, sem exame de consciência

Nenhum dia, sem progresso no bem

Nenhum amor, sem o amor de Deus...


Ser feliz é um dom de Deus! Jesus é a nossa felicidade!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Esperança



“A não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus.” Mateus 18:3



Com a aproximação do Natal, as crianças ficam agitadas e cheias de esperança. Mas, sejamos sinceros, suas expectativas são, principalmente, pelos presentes que pediram e esperam ganhar. Não é sábio pensar só nas festividades, presentes ou lembranças que iremos ganhar no dia do Natal. Ao contrário, devemos aguardar com grande entusiasmo o momento de celebrar o maior presente que Deus já concedeu à humanidade: Jesus Cristo, seu Filho! Podemos também aguardar ansiosos a volta de Jesus. Esse dia excederá em muito nossas expectativas. Com a aproximação do Natal, vamos preparar nossos corações para receber a Cristo. Vamos lembrar os momentos da nossa infância, quando esperávamos ansiosamente a chegada desta data e adorávamos o bebê recém-nascido. Juntos, podemos resgatar o sentimento gostoso da espera ao nos preparar, com fé e alegria infantis, para a celebração do presente que Deus enviou ao mundo. Jesus Cristo, o Salvador, veio, viveu entre nós, cumpriu seu ministério, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou. E hoje reina no céu. Ele nos enche com o seu Espírito Santo, para vivermos com fidelidade até o dia de seu retorno à Terra. Que maravilhosa celebração faremos nesse dia!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Rodolfo, ex-vocalista do Raimundos

Ef 4:22 Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano;
Quando Deus resolve transformar a vida de uma pessoa não tem jeito, transforma e pronto! Rodolfo era vocalista dos Raimundos uma banda de hardcore punk formada em Brasília em 1987. O nome é derivado de uma de suas maiores influências, a banda Ramones. Sofreram uma baixa de popularidade após seu cantor se converter.
Em 2006 lançou seu primeiro trabalho solo e assumidamente gospel, Santidade ao Senhor, com letras ainda mais explícitas quanto a sua nova fase, a exemplo da música "Contigo à Mesa", última faixa do CD, onde o vocalista faz uma oração espontânea na introdução. Em 2007, o segundo CD da carreira solo, Enquanto é dia, foi lançado. Ainda nesse ano, antes de uma apresentação na Igreja bola de Neve, Rodolfo afirmou que não estava lá para um show pois não se considerava um artista, mas a serviço de Deus.
Testemunho dado por ela na Igreja Bola de Neve



Que muitos outros jovens possam fazer como irmão Rodolfo, que decidiu ser um imitador de Cristo Jesus e vive para adorá-lo.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Paciência


Ficou apreensiva porque a recebera do esposo há poucas semanas. Era preciso recuperá-la. Julgando-a perdida no carro, desceu as escadas e foi à garagem. Abriu o carro, examinando-o cuidadosamente em cada cantinho, mas nada! O que fazer? Já se fazia tarde e, então, o mais sensato seria deixar para o dia seguinte as novas buscas e providências. Antes de dormir, ainda deu mais uma boa olhadela no quarto de vestir para ver se a encontraria ali. Tudo em vão. Aquela foi uma noite de insônia...

Nas primeiras horas da manhã seguinte, aquela senhora fez uma ligação para o teatro onde estivera na véspera e foi gentilmente atendida pelo gerente a quem contou, com detalhes, a respeito do ocorrido. Disse-lhe que estava certa de haver perdido durante o espetáculo da noite anterior a sua jóia de valor incalculável, um broche de ouro cravejado de brilhantes. Sobretudo, era um presente do marido! O gerente, demonstrando todo o interesse em colaborar na busca, pediu-lhe que permanecesse na linha, enquanto faria as verificações de praxe. Saiu então à procura do administrador, a quem contou a história indagando, em seguida, a respeito do possível aparecimento da jóia em meio aos papéis retirados do chão do teatro.
O administrador informou prontamente que a jóia havia sido encontrada e guardada em lugar seguro. Voltando ao telefone para transmitir a feliz notícia, o gerente constatou que a senhora já havia desligado. Como não havia revelado seu nome, endereço ou número do seu telefone, não foi impossível encontrá-la para lhe entregar a jóia que tanto desejou recuperar.
Quantas pessoas buscam a Deus pedindo alguma coisa de muita importância, mas não ficam na linha aguardando a resposta. Desanimam depressa demais e vão em busca de outra solução. Para se conseguir vitórias materiais, intelectuais e, sobretudo, espirituais é imprescindível que se saiba esperar. A falta de paciência na espera pode levar alguém a precipitações, cujas conseqüências conduzem a sofrimentos ou prejuízos que poderão acompanhá-la pelo resto da vida.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Florescer no deserto

Leia: Salmo 23.1- 6


Ainda hoje, nos desertos da Palestina, tribos nômades de beduínos caminham sob o sol abrasador durante o dia e o frio quase que insuportável, quando a noite cai. É difícil imaginar como aquelas pessoas conseguem viver sob tais condições e, ainda, como é possível haver vegetação e fauna, até relativamente abundante, num lugar como o deserto. É incrível, mas na aridez do deserto também há vida. Durante nossa vida, temos também, muitas vezes, que atravessar um "deserto": Passamos por situações que pensamos não suportar. Sentimo-nos sós, na companhia apenas de nossos problemas. Não sabemos que rumo tomar. A existência parece pesar sobre nossos ombros. No entanto, nosso deserto pode ser o momento que Deus está nos dando para olharmos mais atentamente para nós mesmos, para aqueles que nos rodeiam e para Ele, nosso Criador e Benfeitor.

As muitas vozes de nossas preocupações diárias nos deixam surdos para as verdades fundamentais. O deserto que Deus nos proporciona pode ser aquele momento de silêncio para que possamos ouvi-las. E aí, então, Deus nos leva a um oásis e nos refresca a alma. O clamor do salmista é bem o de todos nós: "refrigera-me a alma"! (Salmos 23.3)

Pense:O deserto pode ser aquele momento de silêncio para que possamos ouvir a voz de Deus.


Ore:Senhor Jesus! Ajuda-me a entender que meus problemas diários são oportunidades para meu crescimento espiritual. Dá-me direção, sabedoria e coragem para enfrentar cada um deles.
Amém.