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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Florescer no deserto

Leia: Salmo 23.1- 6


Ainda hoje, nos desertos da Palestina, tribos nômades de beduínos caminham sob o sol abrasador durante o dia e o frio quase que insuportável, quando a noite cai. É difícil imaginar como aquelas pessoas conseguem viver sob tais condições e, ainda, como é possível haver vegetação e fauna, até relativamente abundante, num lugar como o deserto. É incrível, mas na aridez do deserto também há vida. Durante nossa vida, temos também, muitas vezes, que atravessar um "deserto": Passamos por situações que pensamos não suportar. Sentimo-nos sós, na companhia apenas de nossos problemas. Não sabemos que rumo tomar. A existência parece pesar sobre nossos ombros. No entanto, nosso deserto pode ser o momento que Deus está nos dando para olharmos mais atentamente para nós mesmos, para aqueles que nos rodeiam e para Ele, nosso Criador e Benfeitor.

As muitas vozes de nossas preocupações diárias nos deixam surdos para as verdades fundamentais. O deserto que Deus nos proporciona pode ser aquele momento de silêncio para que possamos ouvi-las. E aí, então, Deus nos leva a um oásis e nos refresca a alma. O clamor do salmista é bem o de todos nós: "refrigera-me a alma"! (Salmos 23.3)

Pense:O deserto pode ser aquele momento de silêncio para que possamos ouvir a voz de Deus.


Ore:Senhor Jesus! Ajuda-me a entender que meus problemas diários são oportunidades para meu crescimento espiritual. Dá-me direção, sabedoria e coragem para enfrentar cada um deles.
Amém.


sábado, 4 de outubro de 2008

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Domigo é o dia!

Irmãos escolham com sabedoria, é o futuro da nossa cidade que está em jogo.



Vencendo o comodismo

JOÃO 4.25-42

Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daqueleque me enviou e realizar a sua obra. (Jo 4.34.)



Conta-se um fato interessante a respeito da vida de Tamandaré, o patrono da Marinha Brasileira. Em certa noite de chuva torrencial, o velho guerreiro do mar se encontrava na suntuosa casa de um amigo. Ofereceram hospedagem para Tamandaré passar aquela noite, e prepararam-lhe um quarto. Uma cama confortável com dois colchões, vários travesseiros macios, e cheirosos lençóis com colchas estendidos com arte foram preparados para ele. Quando Tamandaré viu aquela cama, disse:


“Não. Eu não estou acostumado a dormir em cama tão macia. Podem colocar para mim aqui no chão uma tábua e alguns livros como travesseiro ou até mesmo uma pedra. Eu não durmo sobre coisas macias assim.”


Tamandaré se inspirava na bravura dos romanos que lutavam, e na disciplina dos espartanos.


Não é preciso deixar de dormir numa cama macia para agradar a Deus. Contudo, muitas vezes, estamos por demais querendo o conforto e nos colocamos no centro de nosso viver. A vida passa muito depressa. Por isso, é preciso fazer a obra que Senhor nos designou. Há muito o que fazer, enquanto é dia. Olhemos para Cristo, e “mãos à obra!”


Deixemos o comodismo que nos aprisiona dentro de nós mesmos e não nos deixa enxergar o próximo e nem ouvir a voz de Deus.


Enquanto é dia, quero trabalhar, a noite vem e vou descansar. Quero a meu Mestre sempre servir sem me esquecer de, assentado, atento e pronto, com atenção, sua voz ouvir.


Pai, eis-me aqui para fazer a tua vontade. Não permitas que eu me distraia comigo mesmo ou que seja cego ao teu amor e me perca em ativismo inútil. Eu quero “comer a tua comida” e fazer hoje a tua obra.

Amém.
(Autor desconhecido)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Prova de amor

Incrível não é? Uma prova de amor sem igual... Agora pense, Jesus fez a mesma coisa com você, só que com a própria vida...