segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Somos especiais

Então ele disse: “Darei esta nota a um de vocês. Mas primeiro, deixem-me fazer isto!”. Aí ele amassou a nota. E perguntou, outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”. As mãos continuaram erguidas. “Bom” – ele disse – “e se eu fizer isto?”, e ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: “E agora? Quem ainda quer esta nota?”, todas as mãos continuaram erguidas.
O palestrante virou para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor. Essa situação também acontece com a gente. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, humilhados, pisoteados, e ficamos nos sentindo sem valor nenhum. Mas não importa, jamais perderemos nosso valor perante o nosso Deus. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que somos! Somos especiais... Jamais se esqueçam disso”.
Deus fala com você

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “Pare e compre um galão de leite”.
Ele balançou a cabeça e falou alto: “Deus? É o Senhor?”. Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: “Compre um galão de leite”.
O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil... Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: “Vire naquela rua”. Isso é loucura... – pensou – e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto: “Muito bem, Deus. Eu farei”.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estava escura, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo: “Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua”.
O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?” Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Inicialmente, ele abriu a porta... “Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: “Quem está aí? O que você quer?”
A porta abriu-se, em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele desconhecido em pé na sua soleira. “O que é?” O jovem entregou-lhe o galão de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
A mulher pegou o leite e foi para a Cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: “Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”.
Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?”
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus responde os pedidos.
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?
A piscina e a cruz

Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador.Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.
Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube.
"Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnifica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem."
O professor de natação continuou: "Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue".
"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso ... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"
"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus - que por me amar permitiu que eu continuasse vivo - que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele".
"Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na água".
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